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Cena cultural Irlandesa


A Irlanda era uma nação de fala gaélica (irlandês) até o século 16, e desde então a língua declinou. Hoje, porém, a República é bilíngue com predominâmcia da língua inglesa. Saber irlandês é requisito para entrar na universidade e para carreiras no setor público, embora apena 11% das pessoas falem gaélico com fluência.
A cultura irlandesa por outro lado não corre risco de erosão. As pessoas tem um amor genuíno pelas velhas lendas populares e por poesia e canções épicas. Festivais, sejam dedicados a São Patrício ou a James Joyce, pubs ou ostras, salmão ou vela, são parte central da vida da comunidade.

Falar de cultura na Irlanda e não falar da música local é praticamente impossível, uma verdadeira paixão nacional. Os irlandeses têm uma ligação muito forte com sua cultura musical. A Irlanda é o único país do mundo que tem um instrumento musical – a harpa – como símbolo nacional. Além das bandas tradicionalmente celtas que você vai ouvir muito em pubs e rádios do país, a Irlanda também conta com nomes famosos no mercado da música, que representam o país no resto do mundo, como o U2, The Cranberries, The Corrs, Hozier, Van Morrison, Damien Rice, entre outros. Outra paixão nacional são as corridas de cavalos. Criadores e treinadores irlandeses são mestres em suas áreas e tem um sucesso internacional impressionante para um país tão pequeno. Outros esportes têm também fiéis seguidores, como vimos durante a copa de 1994, sem falar do rugby. A bebida também é parte importante da cultura irlandesa: os dubliners são bastante simpáticos e amigáveis e estão sempre se divertindo (ou having a craic, como gostam de dizer). Em um bar, café ou pub (que são muitos – mais de 600 pubs registrados), é sempre possível puxar papo com um nativo e ter uma agradável conversa enquanto você saboreia uma pint de Guinness. O povo irlandês é conhecido por sua receptividade, exercida com fé nos inúmeros pubs, principalmente localizados na região do Temple Bar. Se você é fã de cerveja se sentirá em casa aqui!

A literatura também tem um papel importante na história de Dublin onde serviu de inspiração para grandes escritores, como James Joyce, Oscar Wilde, Yeats e outros que refletem em suas obras sua visão da cidade em que viveram. Mas não é fácil falar de uma “tradição literária irlandesa”, pois isto incluiria experiências rurais e urbanas, tradições protestantes e católicas e as línguas gaélica e inglesa. A ficção irlandesa atual, como no passado, é marcada por um senso de comunidade e história, e por um gosto pela narração e pela linguagem.
O trevo de três folhas é um símbolo do país, porque é dito que São Patrício o utilizou para explicar a Santíssima Trindade. A cor verde também é a cor mais associada à Irlanda, e está presente na bandeira nacional representando os cristãos do país e sorte, luck of the Irish!